quinta-feira, 15 de novembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
On the Road
Entre o movimento e o repouso
recuo ou ouso
dispenso a amnésia da inércia
e acompanho on the road
a estrada estranha
como se fõsse o derradeiro dia da minha vida
Tenho pressa!
e não interessa
o tamanho da ferida
se bater colidir
esfolar machucar
tratarei como românticos hematomas
e prosseguirei sem leis
até que a morte me apanhe
on the road
Idas encontros Espantos
voltas e lamentos
Tudo na vida muda
e perdemos irremediavelmente o rumo
A Estrada nos atraí para um lado
e nos atira na cara
toda sorte de detritos
flocos de asfalto derretidos
lascas de borracha de pneus enfurecidos
precocemente calvos
latas contorcidas de alumínio
com gotas amargas de cerveja
sobreviventes como ácidas lágrimas
testemunhas metálicas de pequenos delitos
O tempo não nos espera
O t empo é sempre uma estrada sobre estrada
que não sabemos reta ou curva
hoje eu preciso correr feito James Dean
para absorver o seu encanto sem fim
e se alguma barreira encontrar
sem pestanejar vou desferir
on the road
um murro no desleixo
do queixo do meu destino
on the road...
Carlios Gutierrez
recuo ou ouso
dispenso a amnésia da inércia
e acompanho on the road
a estrada estranha
como se fõsse o derradeiro dia da minha vida
Tenho pressa!
e não interessa
o tamanho da ferida
se bater colidir
esfolar machucar
tratarei como românticos hematomas
e prosseguirei sem leis
até que a morte me apanhe
on the road
Idas encontros Espantos
voltas e lamentos
Tudo na vida muda
e perdemos irremediavelmente o rumo
A Estrada nos atraí para um lado
e nos atira na cara
toda sorte de detritos
flocos de asfalto derretidos
lascas de borracha de pneus enfurecidos
precocemente calvos
latas contorcidas de alumínio
com gotas amargas de cerveja
sobreviventes como ácidas lágrimas
testemunhas metálicas de pequenos delitos
O tempo não nos espera
O t empo é sempre uma estrada sobre estrada
que não sabemos reta ou curva
hoje eu preciso correr feito James Dean
para absorver o seu encanto sem fim
e se alguma barreira encontrar
sem pestanejar vou desferir
on the road
um murro no desleixo
do queixo do meu destino
on the road...
Carlios Gutierrez
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
domingo, 19 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
sábado, 14 de julho de 2012
domingo, 8 de julho de 2012
sábado, 7 de julho de 2012
Joaninhas
LENDAS E CRENÇAS PELO MUNDO
Quase todas as culturas das regiões onde ocorrem joaninhas atribuem ao pequeno besouro uma aura de sorte. Conheça algumas das lendas e crenças a elas associadas:
*Matar uma joaninha pode trazer azar e tristeza.
*Se uma joaninha pousar em você e depois voar, levará com ela suas aflições (França).
*Se uma joaninha é mantida na mão enquanto se faz um desejo, a direção para a qual ela voar, em seguida, é onde se deve tentar a sorte.
*Se uma joaninha tem mais de sete pintas, trará fome, se forem menos de sete, a colheita será boa.
*Se na primavera há muitas joaninhas voando, a colheita daquele ano será boa (Estados Unidos)
*As joaninhas trazem bom tempo (Bretanha).
*Se uma joaninha andar pela mão de uma jovem, ela se casará naquele ano (Bélgica).
*As joaninhas levam os bebês para seus pais (Suíça)
*As pintas nas costas da joaninha indicam o número de filhos destinados à pessoa em cuja mão ela pousar (Bruxelas).
*As joaninhas podem entender a fala humana, pois foram abençoadas por Deus (Ásia).
*Se uma joaninha pousa na sua mão, você ganhará um par de luvas; se pousar na cabeça, ganhará um novo chapéu (Grã Bretanha, na Era Vitoriana).
*Se uma joaninha pousa na sua mão ao entrar em casa, conte as pintas e esse será o montante de dinheiro que você ganhará em breve.
*No século 19, alguns médicos acreditavam que joaninhas curavam sarampo e dentistas usavam joaninhas esmagadas em cáries para aliviar a dor.
*Se um homem e uma mulher virem uma joaninha ao mesmo tempo, haverá romance entre eles (Noruega).
Curiosidades:
- As joaninhas são símbolos da biodiversidade terrestre;
- Cada uma produz 500 ovos durante a vida adulta;
- Matas ciliares atraem joaninhas e outros insetos úteis;
- Em alguns casos elas são mais eficientes que os venenos químicos.
- O mundo considera a joaninha a rainha dos insetos, portadora de boa sorte e até casamenteira.
- Na agricultura, é uma pequena grande aliada do homem, altamente eficiente no combate às pragas de frutas e verduras
Quase todas as culturas das regiões onde ocorrem joaninhas atribuem ao pequeno besouro uma aura de sorte. Conheça algumas das lendas e crenças a elas associadas:
*Matar uma joaninha pode trazer azar e tristeza.
*Se uma joaninha pousar em você e depois voar, levará com ela suas aflições (França).
*Se uma joaninha é mantida na mão enquanto se faz um desejo, a direção para a qual ela voar, em seguida, é onde se deve tentar a sorte.
*Se uma joaninha tem mais de sete pintas, trará fome, se forem menos de sete, a colheita será boa.
*Se na primavera há muitas joaninhas voando, a colheita daquele ano será boa (Estados Unidos)
*As joaninhas trazem bom tempo (Bretanha).
*Se uma joaninha andar pela mão de uma jovem, ela se casará naquele ano (Bélgica).
*As joaninhas levam os bebês para seus pais (Suíça)
*As pintas nas costas da joaninha indicam o número de filhos destinados à pessoa em cuja mão ela pousar (Bruxelas).
*As joaninhas podem entender a fala humana, pois foram abençoadas por Deus (Ásia).
*Se uma joaninha pousa na sua mão, você ganhará um par de luvas; se pousar na cabeça, ganhará um novo chapéu (Grã Bretanha, na Era Vitoriana).
*Se uma joaninha pousa na sua mão ao entrar em casa, conte as pintas e esse será o montante de dinheiro que você ganhará em breve.
*No século 19, alguns médicos acreditavam que joaninhas curavam sarampo e dentistas usavam joaninhas esmagadas em cáries para aliviar a dor.
*Se um homem e uma mulher virem uma joaninha ao mesmo tempo, haverá romance entre eles (Noruega).
Curiosidades:
- As joaninhas são símbolos da biodiversidade terrestre;
- Cada uma produz 500 ovos durante a vida adulta;
- Matas ciliares atraem joaninhas e outros insetos úteis;
- Em alguns casos elas são mais eficientes que os venenos químicos.
- O mundo considera a joaninha a rainha dos insetos, portadora de boa sorte e até casamenteira.
- Na agricultura, é uma pequena grande aliada do homem, altamente eficiente no combate às pragas de frutas e verduras
quarta-feira, 4 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Vírus e Viroses
Vírus
Viroses
Viradas
Vidros
suores noturnos
febres assíduas
paradas
roupas umedecidas
a alma trespassa
a pele
Tomara que tudo isso passe logo
Cof! Cof! Cof!
e eu possa continuar o poema interrompido...
domingo, 24 de junho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
REVERSO
EU SOU REVERSO
QUANDO MUITO UM VERSO
IRREVERSIVELMENTE
DIS PER SO
PROCURANDO
A CARA METADE
DO AVE~~O
EM MEU INVERSO
OSREVNI
OVNI
carlos gutierrez
QUANDO MUITO UM VERSO
IRREVERSIVELMENTE
DIS PER SO
PROCURANDO
A CARA METADE
DO AVE~~O
EM MEU INVERSO
OSREVNI
OVNI
carlos gutierrez
A CÓPIA
A CÓPIA
ACOPLA
SEM CÓPULA
A CÓPIA NÃO OPTA
COPIA
A CÓPIA PODE SE TORNAR
OUTRA CÓPIA
A CÓPIA NÃO ESCOLHE
APENAS ENCOLHE
OU AMPLIA O ORIGINAL
TODA CÓPIA É RECÓPIA
TODA CÓPIA SE OPACA
SE EMPACA
VIVE NA COLA OU NA PLACA
DE UMA XEROX
Carlos Gutierrez
ACOPLA
SEM CÓPULA
A CÓPIA NÃO OPTA
COPIA
A CÓPIA PODE SE TORNAR
OUTRA CÓPIA
A CÓPIA NÃO ESCOLHE
APENAS ENCOLHE
OU AMPLIA O ORIGINAL
TODA CÓPIA É RECÓPIA
TODA CÓPIA SE OPACA
SE EMPACA
VIVE NA COLA OU NA PLACA
DE UMA XEROX
Carlos Gutierrez
CROMOSSOMOS
como somos?
cromossomos?
como sêmens?
como átomos?
serenos ou lunáticos?
cromoníricos
cromáticos
ou como é isso mesmo?
Carlos Gutierrez
cromossomos?
como sêmens?
como átomos?
serenos ou lunáticos?
cromoníricos
cromáticos
ou como é isso mesmo?
Carlos Gutierrez
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Gasoline Alley
Gasoline Alley
ah eu já tive esse vinil
e como tantos outros
sumiu
partiu se repartiu
fugiu das minhas mãos
desmanchou-se em cacos negros
ou quem sabe resiste ainda em um sebo
como ainda resiste e ressoa a rouca voz de Rod
A capa insinuava rebeldia gangues
atitudes atrevidas
as letras angústias solidões
procuras convulsões
e as musicas um tom de melancolia
ah eu já tive esse vinil
esse apêgo juvenil
esse cuidar esse desvelo
para não riscar o vinil
o espelho passageiro da minha alma
Carlos Gutierrez
ah eu já tive esse vinil
e como tantos outros
sumiu
partiu se repartiu
fugiu das minhas mãos
desmanchou-se em cacos negros
ou quem sabe resiste ainda em um sebo
como ainda resiste e ressoa a rouca voz de Rod
A capa insinuava rebeldia gangues
atitudes atrevidas
as letras angústias solidões
procuras convulsões
e as musicas um tom de melancolia
ah eu já tive esse vinil
esse apêgo juvenil
esse cuidar esse desvelo
para não riscar o vinil
o espelho passageiro da minha alma
Carlos Gutierrez
domingo, 3 de junho de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
domingo, 27 de maio de 2012
Black Bird
Há um melro
sobre uma groselheira
depois de uma manhã inteira
de voos e cantos
a tarde ele desfruta
da generosa sombra
dos doces frutos
polidas sementes
merecido descanso
do solitário melro
Black Bird
quando eu o ouço
no calabouço da minha desordem
lembro os besouros de Liverpool
cantando Black Bird em seu louvor
na lavoura arcaica no pomar
onde nasceu a groselheira
no parto de doce sangue
e que despertou pelo seu aroma
e a sua cor vermelha intensa
a Pretty Girl a usar batom
Carlos Gutierrez
sábado, 26 de maio de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Quero Mais
Quero mais
quero bem mais
que a realidade me oferece
mais que a prece e a pressa
todo esse transito tresloucado
quero preservar o lado adolescente
sutilmente inocente
ouvir muitas vezes a voz afável
de Patricia Marx cantar
canções de amor
sem abandonar os lados opostos
rebeldia e irreverência
drops efervescentes
Quero mais muito mais
quero ainda ler muitos livros e revistas
e sujar as minhas mãos com as notícias
de jornais
pular cadernos de política
e tabelas econômicas
Quero mais artes
suplementos culturais
quero mais muito mais
juntar clássicos com gibis
e sempre pedir Bis
para os bons sentimentos
Quero mais...
Carlos Gutierrez
quero bem mais
que a realidade me oferece
mais que a prece e a pressa
todo esse transito tresloucado
quero preservar o lado adolescente
sutilmente inocente
ouvir muitas vezes a voz afável
de Patricia Marx cantar
canções de amor
sem abandonar os lados opostos
rebeldia e irreverência
drops efervescentes
Quero mais muito mais
quero ainda ler muitos livros e revistas
e sujar as minhas mãos com as notícias
de jornais
pular cadernos de política
e tabelas econômicas
Quero mais artes
suplementos culturais
quero mais muito mais
juntar clássicos com gibis
e sempre pedir Bis
para os bons sentimentos
Quero mais...
Carlos Gutierrez
sábado, 19 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
segunda-feira, 7 de maio de 2012
CONTEÚDO LIVRE: Dois poemas - ARNALDO ANTUNES
CONTEÚDO LIVRE: Dois poemas - ARNALDO ANTUNES: Imaginação PROSA, POESIA E TRADUÇÃO Dois poemas ARNALDO ANTUNES MANCHA toda mancha tem o desenho de uma poça com o...
sábado, 21 de abril de 2012
Remington
Uma Remington com o seu corpo negro e teclas brancas
sente apêgo com os seus dedos
mesmo quando estejam hesitantes
e tem xamego com cada texto
que se despreende do seu brilhante cilindro
Uma Remington responde cada letra
cada tipo desferido com um som batido
imitando muitas vezes um soluçante realejo.
Uma Remington parece com um compacto piano
com a vantagem de tecer palavras
e deixar dormir sobre a estante um pickup fatigado
Carlos Gutierrez
sente apêgo com os seus dedos
mesmo quando estejam hesitantes
e tem xamego com cada texto
que se despreende do seu brilhante cilindro
Uma Remington responde cada letra
cada tipo desferido com um som batido
imitando muitas vezes um soluçante realejo.
Uma Remington parece com um compacto piano
com a vantagem de tecer palavras
e deixar dormir sobre a estante um pickup fatigado
Carlos Gutierrez
domingo, 15 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
EM localiza Tonho e Cacau, a dupla que estampou a capa do Clube da Esquina há 40 anos - Divirta-se
EM localiza Tonho e Cacau, a dupla que estampou a capa do Clube da Esquina há 40 anos - Divirtahttp://www.youtube.com/watch?v=CgO0qRKkQCQ&feature=share
http://www.youtube.com/watch?v=CgO0qRKkQCQ&feature=share
http://www.youtube.com/watch?v=CgO0qRKkQCQ&feature=share
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Jason Adasiewicz - Rose Garden VIBRAFONE
VIBRA
COM FIBRA
COMO UMA VÍBORA
COM TODAS AS RESSONÂNCIAS
PRÓXIMAS
INTÍMAS
OU DISTANTES
VIBRAFONE
ENTRE EM TRANSE
COM AFAGOS
OU ATAQUES ENÉRGICOS
DAS BAQUETAS ÀS PLAQUETAS
LÂMINAS DE AÇO
DESSA BATERIA PARTIDA
VIBRA
QUE TUDO SE FAZ MELODIA
CHUVA DE SONS
MESMO NA FUGAZ BATIDA
POIS TODO CLAMOR
TEM UM RUMOR DE ANOR
E TODO RITMO
EM SEU INTÍMO
REPERCUTE AGRESSOR A DOR
COM FIBRA
COMO UMA VÍBORA
COM TODAS AS RESSONÂNCIAS
PRÓXIMAS
INTÍMAS
OU DISTANTES
VIBRAFONE
ENTRE EM TRANSE
COM AFAGOS
OU ATAQUES ENÉRGICOS
DAS BAQUETAS ÀS PLAQUETAS
LÂMINAS DE AÇO
DESSA BATERIA PARTIDA
VIBRA
QUE TUDO SE FAZ MELODIA
CHUVA DE SONS
MESMO NA FUGAZ BATIDA
POIS TODO CLAMOR
TEM UM RUMOR DE ANOR
E TODO RITMO
EM SEU INTÍMO
REPERCUTE AGRESSOR A DOR
Carlos Gutierrez
segunda-feira, 2 de abril de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
A música e o vídeo que eu mais gosto
Bob Dylan - When The Night Comes Falling From The Sky (Official Music Video). Watch more top selected videos about: Bob Dylan
sábado, 10 de março de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Futuros Amantes
Não se afobe, não
Que nada é pra já O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio
Num fundo de armário
Na posta-restante
Milênios, milênios
No ar
E quem sabe, então
O Rio será
Alguma cidade submersa
Os escafandristas virão
Explorar sua casa
Seu quarto, suas coisas
Sua alma, desvãos
Sábios em vão
Tentarão decifrar
O eco de antigas palavras
Fragmentos de cartas, poemas
Mentiras, retratos
Vestígios de estranha civilização
Não se afobe, não
Que nada é pra já
Amores serão sempre amáveis
Futuros amantes, quiçá
Se amarão sem saber
Com o amor que eu um dia
Deixei pra você
Chico Buarque
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Gaivota
Gaivota
solitária
segue a rota
a nau dos insensatos
e sobre os mares profundos
bate as asas de saudade
busca o seu amor azul
Gaivota
que devota o seu voo
a quem lhe faz farol
a quem lhe torna estrela
Gaivota
fadada a ser fado
bordado de sons
levando apenas um leve peso
o fardo de saudades
de um amor
que não queremos dele ficar ilesos
Carlos Gutierrez
domingo, 12 de fevereiro de 2012
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Não Estou Lá
I'm Not There
Bob Dylan
Well it's alright and then she's all the time
In my neighbourhood she cried both day and night
I know it cause it was there
It's a milestone but she down on her luck
And the day makes her lonely but to me hard to buck
I believe
I believe where she stopping where she wants time to care
I believe that she'd look upon deciding to care
And i go by the lord in ways she's on my way
But i don't belong there
No i dont belong to her
I don't belong to anybody
She's my prize foresaken angel but she don't hear me cry
She's a long hearted mistress
And she can't carry on
When im there she's alright but she's not when i am gone
Heaven knows that there's an answer
She's not calling no one
She's away sailing beautiful
She's mine for the one
And i lost her hesitation
By temptation less it runs
But she don't holler me
But i'm not there i am gone
Now i've cried tonight
Like i cried the night before
And i'll feast on her eyes
But i dream about the door
So long jesus savior
Blind faith where the tale?
It don't hang proclamation
She's my own far thee well
Now i went out neath the levee
I was born to love her
But she knows that the kingdom
Waits so high above her
And i run but i race
But its not to fast a slim?
But i ll not deceive her
I'm not there i am gone
Well it's all about confusion as i cry for her veil
I don't need anybody now be side me to tell
And it's all information i can see but it's not
She's a lone hearted beauty but she's gone like the spot
And she wants
Yes she's gone like the rainbow that shining yesterday
But now she's a home beside me and i'd like to here her stay
She's a cold forsaken beauty and it don't trust anyone
And i wish i was beside but i am not there i am gone
Well its too hard to stake in
And i don't bother me
It's all bad for abusing
But she's hard too hard to leave
It's alone it's a crime
The way she wont be around
But she told for to hate me
But this long forsaken clown
Yes i believe that it's rightful
Oh i believe it in my mind
I've been told like i said when i before carry on the crying
And she's all good to told her
Like i said carry on
I wish i was there to help
But i'm not there im gone
In my neighbourhood she cried both day and night
I know it cause it was there
It's a milestone but she down on her luck
And the day makes her lonely but to me hard to buck
I believe
I believe where she stopping where she wants time to care
I believe that she'd look upon deciding to care
And i go by the lord in ways she's on my way
But i don't belong there
No i dont belong to her
I don't belong to anybody
She's my prize foresaken angel but she don't hear me cry
She's a long hearted mistress
And she can't carry on
When im there she's alright but she's not when i am gone
Heaven knows that there's an answer
She's not calling no one
She's away sailing beautiful
She's mine for the one
And i lost her hesitation
By temptation less it runs
But she don't holler me
But i'm not there i am gone
Now i've cried tonight
Like i cried the night before
And i'll feast on her eyes
But i dream about the door
So long jesus savior
Blind faith where the tale?
It don't hang proclamation
She's my own far thee well
Now i went out neath the levee
I was born to love her
But she knows that the kingdom
Waits so high above her
And i run but i race
But its not to fast a slim?
But i ll not deceive her
I'm not there i am gone
Well it's all about confusion as i cry for her veil
I don't need anybody now be side me to tell
And it's all information i can see but it's not
She's a lone hearted beauty but she's gone like the spot
And she wants
Yes she's gone like the rainbow that shining yesterday
But now she's a home beside me and i'd like to here her stay
She's a cold forsaken beauty and it don't trust anyone
And i wish i was beside but i am not there i am gone
Well its too hard to stake in
And i don't bother me
It's all bad for abusing
But she's hard too hard to leave
It's alone it's a crime
The way she wont be around
But she told for to hate me
But this long forsaken clown
Yes i believe that it's rightful
Oh i believe it in my mind
I've been told like i said when i before carry on the crying
And she's all good to told her
Like i said carry on
I wish i was there to help
But i'm not there im gone
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Os Ultimos Rebeldes
Poematização do filme Os Ultimos rebeldes de Thomas Carter
Ao som do swing
lutaremos até o fim
nesse imenso ring
contra todos os opressores
não queremos favores
Queremos ser apenas o que somos
um bando de garotos e garotas
procurando as coisas boas da vida
sons delirantes
melodias calmantes
ritmos esfuziantes
poemas profundos
telas luminosas
filmes instigantes
Temos sede de viver
Ao som do swing
lutaremos até o fim
nesse imenso ring
contra todos os opressores
não queremos favores
Queremos ser apenas o que somos
um bando de garotos e garotas
procurando as coisas boas da vida
sons delirantes
melodias calmantes
ritmos esfuziantes
poemas profundos
telas luminosas
filmes instigantes
Temos sede de viver
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Acossados
Poematização do filme de Jean Luc Godard
ACOSSADOS
Brincávamos de gato e rato
entre fugas e adiados encontros
Estávamos mais do que prontos
maduros e maleáveis
e mesmo assim despreparados
insaciáveis e insociáveis
Cometíamos pequenos delitos
administrávamos conflitos
consistências e bobagens
Brincávamos de gato e rato
olhávamos os redores
os cenários delineados
mas não ocupados de fato
Sabíamos que um gato tem sete vidas
e um rato mil fugas
previsíveis e insólitas escapulidas
e que ambas têm paixões prematuras
nos subterrâneos e nas alturas
e se expõe nas ruas
em fogem em telhados e tubos
buracos cavidades
as suas vidas se permeiam
em descontinuidades e fragmentações
e assim o imitávamos
brincando de gato e camundongo
prá não dizer rato rasteiro repugnante
prá rimar com bongôs do Congo
ou tambores longos que interpretam banzos
1960 Jean Seberg
Brincávamos de felino e roedor
enquanto um mostra as garras
as unhas de ataque e furor
o outro procura um canto qualquer
no rodapé
para proteger o inocente amor
que julga ter
E ambos acossados
pela posse e pelo desapêgo
em pêlos eriçados
ou suavemente penteados pelo medo
mantinham todos os seus segredos
menos um
o desejo de encontro
em algum lugar
que possa ser incomum
um lugar que não possa incomodar
e acomodar agora e depois
o desejo de nós dois
Brincávamos de gato e rato
alternávamos as personagens
às vezes eu era o gato selvagem
dando pulos por aí
mimoso miando
quebrando telhados
enfeitiçando estrelas
às vezes eu era o o rato repelido
dando sustos por aí
Gritos inesperados
e a perseguição que parece
jamais terminar
Estamos predestinados
e mesmo acossados
sabemos que não podemos mudar
as nossas naturezas
e os nossos instintos
O gato comum
ou de raça
persa ou angorá
sempre feio será
a qualquer pássaro
e o rato apenas bonito
em um desenho animado
e a vida Tom e Jerry prossegue
em tom cinza e clima gélido da cidade
Um gato de cartola
que cometeu um recente delito
convida para assistir um filme de Godard
uma ratazana Balerina
que mora no sebo ao lado...
e nem parecem ser
acossados
Carlos Gutierrez
ACOSSADOS
Brincávamos de gato e rato
entre fugas e adiados encontros
Estávamos mais do que prontos
maduros e maleáveis
e mesmo assim despreparados
insaciáveis e insociáveis
Cometíamos pequenos delitos
administrávamos conflitos
consistências e bobagens
Brincávamos de gato e rato
olhávamos os redores
os cenários delineados
mas não ocupados de fato
Sabíamos que um gato tem sete vidas
e um rato mil fugas
previsíveis e insólitas escapulidas
e que ambas têm paixões prematuras
nos subterrâneos e nas alturas
e se expõe nas ruas
em fogem em telhados e tubos
buracos cavidades
as suas vidas se permeiam
em descontinuidades e fragmentações
e assim o imitávamos
brincando de gato e camundongo
prá não dizer rato rasteiro repugnante
prá rimar com bongôs do Congo
ou tambores longos que interpretam banzos
Brincávamos de felino e roedor
enquanto um mostra as garras
as unhas de ataque e furor
o outro procura um canto qualquer
no rodapé
para proteger o inocente amor
que julga ter
E ambos acossados
pela posse e pelo desapêgo
em pêlos eriçados
ou suavemente penteados pelo medo
mantinham todos os seus segredos
menos um
o desejo de encontro
em algum lugar
que possa ser incomum
um lugar que não possa incomodar
e acomodar agora e depois
o desejo de nós dois
Brincávamos de gato e rato
alternávamos as personagens
às vezes eu era o gato selvagem
dando pulos por aí
mimoso miando
quebrando telhados
enfeitiçando estrelas
às vezes eu era o o rato repelido
dando sustos por aí
Gritos inesperados
e a perseguição que parece
jamais terminar
Estamos predestinados
e mesmo acossados
sabemos que não podemos mudar
as nossas naturezas
e os nossos instintos
O gato comum
ou de raça
persa ou angorá
sempre feio será
a qualquer pássaro
e o rato apenas bonito
em um desenho animado
e a vida Tom e Jerry prossegue
em tom cinza e clima gélido da cidade
Um gato de cartola
que cometeu um recente delito
convida para assistir um filme de Godard
uma ratazana Balerina
que mora no sebo ao lado...
e nem parecem ser
acossados
Carlos Gutierrez
sábado, 28 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
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