Luzes da Cidade

sábado, 10 de janeiro de 2009

Consciência

Eu não tenho absolutamente nada!
e ando pelas ruas
e calçadas
pensando ter o domínio de tudo!
pensando estar imune aos acidentes
aos passos tresloucados dos transeuntes
não me perguntes
por que sou assim
tão desligado!
e, ao mesmo tempo, concentrado
em querer desvendar o mistério do viver!
e afinal por que correr atrás do vil metal
da paixão fatal do amor puro
do virgem muro para ser pichado
Temos tanto tempo!
jogamos tantas horas fora!
quantos segundos mesmo sentimos
que fôssemos felizes por inteiro?

Um comentário:

Bárbara Reis. disse...

eeh, eu também não pude olhar com a devida atenção os seus poemas, mas eu gostei muito da sua forma de escrita. Me procure mesmo no orkut para trocarmos algumas palavras.
meu nome está Babi Reis.

Salve